terça-feira, 21 de julho de 2015

Ajuda para objetos antigos

Olá! Gostaríamos de comunicá-los que estamos a procura de materiais (livros didáticos e cadernos), uniformes, boletins e uma carteira (mesa de escolas antigas). Tudo dos anos 60 e 70. Caso tenham esse(s) objetos, por favor nos comuniquem pelo Facebook ou pelo e-mail: pphruibarbosa@gmail.com
Desde já agradecemos a ajuda!

terça-feira, 7 de julho de 2015

O cemitério do bairro Metzler e Hemeroteca

Nossos últimos encontros estão sendo atarefados pois estamos nos dedicando a várias atividades:

  •  Conseguimos marcar entrevistas com ex-alunos da escola, que aqui estudaram nos anos 60.
  • Encontramos fotos de várias ex-diretoras. Agora, faltam poucas para encontrarmos,
  • Estamos em fase de conclusão do texto para o capítulo 2, "Segunda Guerra Mundial na Metzler".
  • Publicamos no jornal A Gazeta a foto do primeiro prédio que abrigou a EMEF Rui Barbosa, em uma coluna que sempre expõe fotos da história campobonense. Assim, divulgamos a história de nossa escola para nossa comunidade.
  • Organizamos a hemeroteca da escola, isto é, o acervo de reportagens de jornais que publicaram sobre a EMEF Rui Barbosa.
  • Visitamos a Igreja Católica (Matriz), a Igreja Evangélica de Confissão Luterana e a Prefeitura Municipal de Campo Bom em busca de informações acerca do Cemitério do bairro Metzler que, na verdade, compreende três que são administrados pelas entidades já citadas. A Igreja Evangélica de Confissão Luterana nos concedeu um histórico interessante com informações relevantes. A Prefeitura irá nos dar um retorno de onde conseguiremos obter as informações que desejamos.


Vitor, Arthur, Alana e Liége em visita à comunidade luterana de Campo Bom (IECLB). Ao fundo, a primeira igreja evangélica do sul do Brasil.

PPH em busca de informações do cemitério na Prefeitura de Campo Bom.

Festa do Sapato


No último dia 09 de junho, nosso grupo de pesquisas foi a Festa do Sapato. A Festa do Sapato foi um evento aberto ao público, com várias atrações interessantes como coreografias, musicais e até mesmo um túnel das inspirações, que contava a história da moda no sapato. Além disso, obviamente, muitos sapatos. Uma pequena parte da feira foi dedicada ao artesanato.
 Os sapatos a venda são dos tipos mais variados, tem bota de cowboy, sapato de astronauta e também calçados comuns. Se quiser saber mais, acesse a Revista Mistureba.
 Nossa equipe foi apreciar este evento em um dia relativamente pacato, mas nós tínhamos a missão de encontrar alguém que estudou, deu aula ou foi funcionário da escola antigamente, Infelizmente, fracassamos com a nossa missão. No entanto, visitamos a Associação Pró-Memória de Campo Bom, que trouxe inúmeros objetos que registram a história da indústria calçadista na cidade.




terça-feira, 16 de junho de 2015

Enquanto isso no mundo...

Para as comemorações do jubileu da escola, os professores e alunos organizaram banners que indicavam os principais eventos ocorridos durante o período da história da escola. Eles seguem abaixo:













 



O texto a seguir foi uma das tarefas da ONHB, assim como as imagens ao final deste.

Preconceito Religioso

Discutir religião ainda é um assunto sério na sociedade brasileira. Imagine o que poderia passar alguém que decidisse trocar de denominação religiosa a décadas atrás. A história de Delíria Duarte de Oliveira, 83 anos, ilustra bem essa situação.
A senhora Delíria mudou-se para Campo Bom, RS, no final dos anos 40. Aos 17 anos casou-se com Arnildo Duarte de Oliveira, 88 anos. Ambos eram fiéis católicos, que cediam a residência da família para celebração de missas. Batizaram todos os 12 filhos na comunhão católica.
Contudo, na década de 50, o marido começou a escutar um programa de rádio intitulado “A Voz da Profecia”, da Igreja Adventista do Sétimo Dia. O senhor Arnildo escutou o programa por 5 anos, e enviou correspondência pedindo mais informações acerca da denominação religiosa. Por fim, a família inteira converteu-se ao adventismo do sétimo dia, tornando-se uma dos primeiros conversos na cidade.
Como na cidade ainda não havia uma igreja, Delíria e Arnildo novamente cederam a residência e começaram ali a realizar cultos onde influenciaram outras pessoas a entrar para a Igreja Adventista.
Mas a nova fé trouxe obstáculos na convivência social. Delíria relata que muitos amigos e familiares afastaram-se em decorrência. Nos meses posteriores ao batismo, dois filhos do casal morreram e a vizinhança publicamente declarava que era uma maldição devida a mudança de religião. Os comentários foram tantos que eles chegaram a plantar bananeiras na divisa do terreno para as pessoas não olharem os momentos de cultos.
O senhor Arnildo que costumava fazer as compras do mês da família em um estabelecimento tradicional da cidade, recebeu a notícia do proprietário do comércio que não mais venderia a crédito para a família pelo fato de ele e a família terem se batizado em outra religião.
Esse preconceito manifestado contra a família da Dona Delíria, chega a ser contraditório, na cidade que possui a primeira Igreja Luterana do sul do Brasil. Por este fato, Campo Bom é pioneira do protestantismo no Brasil.
A liberdade de crer em que se quiser é uma premissa da Declaração Universal dos Direitos Humanos, em seu artigo 18º é expresso: “Toda a pessoa tem direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião; este direito implica a liberdade de mudar de religião ou de convicção, assim como a liberdade de manifestar a religião ou convicção, sozinho ou em comum, tanto em público como em privado, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pelos ritos.” Ou seja, é um direito fundamental de todo ser humano.
Nossa Constituição Cidadã também assegura esse direito ao afirmar no artigo 5º, inciso VI: “é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias”. Assim sendo, qualquer brasileiro tem o direito de crer e juntar-se a qualquer grupo religioso.
Comportamentos apresentados perante a família da senhora Delíria podem ser enquadrados como atitudes preconceituosas. Preconceito é uma palavra usada para representar a “não aceitação”. É não aceitar quem é diferente de nós. Não importa em que somos diferentes, temos de aceitá-las. Não importa qual religião seguimos ou se não seguimos nenhuma, precisamos preservar, respeitar e celebrar essa liberdade tão importante assegurada em nossa constituição. É ela que garante ser quem somos.





terça-feira, 26 de maio de 2015

Últimas notícias..

Nas últimas semanas estivemos trabalhando  sobre acontecimentos decorrentes da  Segunda Guerra Mundial aqui no bairro da escola, Metzler. Pesquisamos em documentos que o Dr. Wolfram Metzler deixou explicando acerca de como foi perseguido pelo fato de ser alemão e, na época, político atuante.
Também fomos ao cemitério para procurar o túmulo mais antigo do bairro. Ainda não terminamos nossa pesquisa, mas já verificamos que existem túmulos de imigrantes alemães ali.
E agora estamos nos esforçando para responder às questões da Olimpíada Nacional de História, ao qual está gerando muita alegria pois já passamos para a quarta fase. Somos uma das 82 equipes do Rio Grande do Sul que ainda participam da 7ª Olimpíada Nacional de História do Brasil.

http://www.olimpiadadehistoria.com.br/7-olimpiada/blog/novidade/701-Conheca_o_numeros_de_equipes_por_estado_que_continuam_na_prova










http://www.olimpiadadehistoria.com.br/7-olimpiada/blog/novidade/701-Conheca_o_numeros_de_equipes_por_estado_que_continuam_na_prova

A tarefa proposta pela Olimpíada esta semana era entrevistar alguém de nossa comunidade que tenha sofrido algum tipo de preconceito. Entrevistamos a senhora Delíria Duarte de Oliveira, 83 anos, que sofreu preconceito religioso. A cerca de 50 anos atrás, ela e seu marido converteram-se ao Adventismo do Sétimo Dia em Campo Bom. Na década de 60 não havia nenhuma congregação da denominação na cidade e eles foram pioneiros do adventismo, cedendo a própria residência para a realização dos cultos. Alguns comerciantes da cidade negaram-se de vender para a família, pelo fato de serem "crentes". Dois filhos ainda morreram após alguns meses do batismo e as pessoas atribuíam ao fato da troca de religião.

Delíria Duarte de Oliveira, ao centro, com os alunos Bruno Moraes, Arthur Prass e Vitor Azambuja (esq. para a dir.).